segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Hare Krishna – o Neonazismo em nome da religião
Swami Gurudas das


Apologia ao nazismo com Prabhupada - foto da internet

“Os ingleses são especialistas em ‘propaganda’. Eles mataram Hitler pela propaganda. Eu não penso que Hitler tenha sido um homem assim tão mal”.
Srila Prabhupada, Room Conversation, june 17, 1976, Toronto


Um movimento de marketing enrustido de religião
Devoto vendendo livros no aeroporto - foto internet
Muito presentes na década de 70, principalmente em Aeroportos (nos EUA), e em Rodoviárias (América do Sul, principalmente no Brasil), jovens de cabelo raspado, com um pequeno rabicho, vestindo roupas açafroadas, cheirando a incenso, intitulavam-se “estudantes de filosofia”, e divulgavam um “conhecimento espiritual liberador”. De forma surpreendente, inovaram no marketing direto, vendendo incensos baratos, bem como centenas de milhares de livretos-folhetins, os quais faziam apologia ao seu fundador e sua filosofia, um indiano nascido Abhay Charanavinda De, e apelidado “Srila Prabhupada” ou “Bhaktivedanta Swami Prabhupada”. Na verdade, trata-se de um movimento neonazista, racista, e devidamente disfarçado e caracterizado com vestimentas tradicionais da Índia, e que ficaram conhecidos como “hare krishnas”, justamente por viverem cantando nas ruas, e em grupos, “hare Krishna hare Krishna...”. Os Hare krishnas são membros da chamada “Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna” (Iskcon, em inglês), também conhecido como “movimento hare krishna”. Quase sempre utilizavam a palavra “yoga” como meio de propagação de suas ideias, desde que yoga se tornou um conceito muito prático e de fácil venda, no pós-Segunda Grande Guerra no Ocidente.

Prabhupada - a ideologia apologética neonazista se inicia

Prabhupada: "Portanto, eu não acredito que ele matou tantos judeus em campos de concentração". foto internet
Abhay Charanavinda  De, saiu da Índia em 1965, auxiliado por alguns indianos abastados, que fizeram boa fortuna nos Estados Unidos da América do Norte, os quais financiaram sua passagem de navio, chamado Jaladhuta (o qual pode significar oceano), bem como hospedagem em boa parte da sua estada no país da liberdade religiosa e financeira do mundo livre. Fracassado como comerciante, e com um curso incompleto de prático perfumista, Prabhupada, aproveitou-se do movimento hippie do Ocidente, o qual crescia na época em que o swami iniciou seu trabalho de pregação. No ano de 1966, por questões legais, foi então criado o que ele chamou de  "Global missionary Vaishnavism to the Western world”, “Vaishnavismo Missionário Global Para o Mundo Ocidental” ao qual deu inicialmente o nome de “God Consciouness” (Consciência de Deus), mas, por fim, preferiu-se “Consciência de Krishna”, que, segundo ele, incluía “... todas as outras formas e conceitos de Deus”, nascendo assim a Sociedade Internacional Para a Consciência de Krishna – ISKCON.

Lojinha onde começou o movimento hare - foto internet
Especificamente em Nova Iorque, em uma loja de presentes - fechada anteriormente - foi onde se estabeleceu pela primeira vez seu centro de pregação permanente. Ali, ele reunia e recebia jovens drogados de todo o tipo, e aos poucos livrava-os daqueles vícios, inculcando um pior: a ideologia neonazista em nome de uma consciência espiritual, ainda que de modo “disfarçado”. De fala mansa, num inglês ruim, típico de um indiano com curso médio inconcluso, Prabhupada tecia suas opiniões sobre um “novo mundo”, mundo esse constituído num verdadeiro “paraíso comunista celeste”. Apesar do termo “comunismo”, Prabhupada, não raras vezes, fazia apologia a Hitler, comparando-o a um avatar da mitologia indiana chamado de Parasurama, o qual se encarregaria de matar todos os “animais humanos da era de kali”, a era de trevas e ignorância. Além da apologia aos atos do ditador genocida, Prabhupada gostava de distratar os pretos, os quais chamada de “negros”, e os  comparava a macacos. Também tinha desprezo pelas mulheres, comparando-as à “crianças analfabetas e incapazes”, entre outros assuntos totalmente contraditórios aos princípios verdadeiramente hindus.

Lavando cérebros com falsas informações e dogmas

Mahaprabhu em peregrinação - foto internet
Entre tantos aspectos dogmáticos da ideologia de doutrinação de Prabhupada, incluía-se um rígido controle alimentar, onde qualquer consumo de carnes e derivados estava proibido. Os adeptos, chamados Bhaktas, “devotos”, poderiam consumir moderadamente leite, manteiga, nata e iogurte, mas sorvetes, doces industriais, e queijos estavam totalmente proibidos, porque havia a crença que era usado coalho do estômago de bezerros para fazer queijos, além de gelatina nos doces. Não se sabe se eram proibidos no todo de usar medicamentos, os quais, como sabemos, contêm muitos produtos de origem animal. Além do rigoroso controle alimentar, havia o estímulo para a deserção dos laços familiares, bem como com os laços religiosos de nascimento, além de obrigação de celibato para os solteiros, e “vida sexual regulada” para os casados que, em síntese, significava sexo somente com finalidades reprodutivas, tendo em vista “criar mais servos de Krishna” para então dominar o mundo de “forma ariana”. Desnecessário dizer-se que vários membros do tal movimento atinham-se à práticas de homossexualismo, bem como pedofilia, e que era “mantido em segredo por Prabhupada. Segundo o ideologista neonazista indiano, os próximos mil anos, “serão de triunfo dos hare krishnas, como um oásis no deserto da Kali-yuga, a era das trevas”, processo esse, segundo sua interpretação, iniciado por um monge indiano chamado Shri Krishna Cheitanya Bhárati, conhecido como “maha-prabhu” (grande mestre ou grande pessoa). Cheitanya foi um forte opositor ao regime muçulmano na Índia no século XV, sendo esquartejado pelos islâmicos numa de suas caminhadas de peregrinação pela Índia. Os fanáticos hare Krishna atribuem um fim místico ao asceta, dizendo que o mesmo “fundira-se na estátua de Shri Jagannatha”, na cidade de Puri. Mas é algo totalmente dogmático e contrário à História.

A influência maléfica de Savitri Devi

Savitri Devi com roupas devocionais - foto internet
A tal “forma ariana” de conduzir e governar o mundo, era trazida como “princípio védico milenar”. Os princípios radicais de vegetarianismo, bem como severo cuidado para com o trato de animais (especialmente vacas e bois), não nasceram de nenhum dos tais fundadores antigos da doutrina, que tanto Prabhupada insistia em dizer. De fato, aqueles mesmos princípios e fundamentos foram trazidos, e amplamente aplicados, a partir das ideias de uma francesa, nascida de pais gregos, italiano-inglês, convertida a prática hinduísta religiosa, chamada Savitri Devi Mukherji, (França, 30-set-1905/22-ou-1982), nascida Maximiani Portas. Na realidade, Savitri misturou suas crenças pessoais no Nacional-Socialismo de Hitler bem como com a ideologia vegetariana deste, onde ela mergulhou num fanatismo em defesa dos animais, além de paganismo indo-ariano, bem como de afirmações “ecológicas”, as quais ela denomina de “ecologia profunda”. Ela traduziu várias obras tradicionais da literatura sacra da Índia. Numa de suas obras famosas, “O Relâmpago e o Sol”, ela faz uma calorosa apologia simultânea ao Hinduísmo e ao Nazismo, construindo uma síntese entre a religião clássica indiana e a ideologia alemã nazista, então proclamando Hitler como sendo um manifestação divina, até mesmo um avatar de Vishnu. Além disso, ela defendia o fato de que o fundador do Nacional Socialismo “fora um sacrifício para a humanidade”, o qual encerraria a era de kali-yuga, sacrifício esse induzido pelo que ela chamava “forças do mal”, ou seja, os judeus.

Ódio aos negros – herança maldita

“Então, a classe inteligente de seres humanos, pertencem à família Ariana. Assim como Hitler afirmou que ele pertencia à família ariana”.
Prabhupada, conversa sobre o Bhagavad-gita 9-3, 21 abril 1976, Melbourne.

“Eu tenho escutado que muitas mulheres são estupradas. Os negros, capturam-nas, e as estupram”
Caminhada matinal em 20 de abril 1974, Hyderabad

"Tal ação do cupido está ocorrendo mesmo nos negros e nas sociedades bestiais, que são todas feias na estimativa das nações civilizadas".
Srimad-bhagavatan, 1.11-36, comentário (edição de 1964)[1]

\Povo nativo da Índia, shudras - foto internet
Conforme bem cita Palash Ghosh (2013), Prabhupada, “...o homem que liderou o império Hare Krishna, adotou algumas visões muito controversas que provavelmente perturbariam e até ultrajariam aqueles que de outra forma simpatizavam com os esforços espirituais e a teologia”. De forma muito discreta, porém contundente, Abhay direcionava um ódio racial contra os negros africanos, de forma repetida e explícita. Basta ler os comentários dos livros que ele copiou do Gita Press, dizendo-se “tradutor”. Vemos isso em muitas palestas e conversas particulares, que hoje podemos acessar livremente na internet. Apesar de os seus fanáticos seguidores tem tirado alguns textos do ar, e modificado o contexto do que o fundador da Iskcon afirmava, a grande quantidade de conversar contra os negros em como seu imenso fanatismo, não têm como ser escondidos de todo. Conforme bem cita Ghosh (2013), “Parte do ódio de Prabhupada pelos negros decorreu de suas profundas crenças hindus de que os povos de pele escura representam o fundo da hierarquia da raça humana - um reflexo direto do antigo sistema de castas indiano baseado em cores”.

Vemos isso muito claramente numa carta enviada a um discípulo sênior, chamado Satsvarupa Dasa Goswami (Shephen Guarino), o qual fora católico, onde Prabhupada escreveu: "Certamente não vamos dizer essas coisas publicamente sobre o povo negro”...  temos que nos comportar da maneira adequada”. Prabhupada atribuíra o assassinato de Martin Luther King Jr aos “negros sujos” da América. Contudo, sabemos que fora um branco, foragido de um presídio.

doutrinação na África - foto internet
Há, também, uma fala proferida antes de uma aula em Los Angeles, no final de 1968, onde Prabhupada referiu-se ao apartamento em que estava hospedado em Nova Iorque, e onde a máquina de escrever e o gravador que usava foram roubados: "Quando retornei - ao apartamento - vi a porta arrombada ... e aquele superintendente - de construção - , ele era negro. Ele fez, eu sei disso. Este é um caso muito comum aqui (referindo-se à América).” Frequentemente Prabhupada dava exemplos dos negros de forma depreciativa. Por exemplo, certa feita em 1975, na Ilha Maurício, referindo-se à civilização ocidental, ele falou: "É tudo uma civilização sem sentido ... um carro Rolls Royce de primeira classe e quem está sentado lá? Um negro de terceira classe! Isso está acontecendo. Você encontrará essas coisas na Europa e na América. Isso está acontecendo. Um carro de primeira classe e um negro de terceira classe!”

Numa sessão de iniciação em Mumbai, Prabhupada falou com alguns devotos que estavam se preparando para ir à África: “Você tem uma boa oportunidade... você está indo para a África para libertar aquelas pessoas... esses grupos de homens são considerados muito caídos... os negros. Eles têm o hábito de roubar; portanto, eles receberam um lugar separado... as selvas africanas”.

Os impropérios direcionados aos negros são tantos, que precisaríamos de um livro para apontar todos. Mas para que compreendam o ponto de vista do neonazista, citamos novamente a carta para Satsvarupa: "Certamente, não vamos dizer essas coisas publicamente sobre o povo negro... desde que eles não possuem a capacidade para entender”.

Eugenia que abomina os não arianos.

Para uma pessoa que teve seu país colonizado pelos britânicos, Prabhupada costumava fazer declarações chocantes, até mesmo sobre os Estados Unidos. Certa feita, falando com um devoto chamado Syamasundara Dasa, o swami comparou os nativos americanos – por ele chamado de forma pejorativa de “índios vermelhos” – comparando-os aos Sudras (negros indianos, considerados de casta inferior, por terem pele escura).

Conforme cita Prabhupada, “sudras – pessoas negras – não possuem cérebro. Na América, também, aqueles que pertencem ao índios vermelhos. Por que eles não se desenvolveram? A terra estava lá! Por que os europeus vieram e melhoraram? Portanto, os sudras não podem fazer isso. Eles não podem fazer nenhuma melhoria”.

ariana indiana - foto internet
O mito da força e poder do ariano é escancarado nos discursos de Prabhupada. O ariano é considerado uma “super-raça”, a qual estava fortemente ligada a antiga Índia, Europa e posteriormente nos Estados Unidos. Conforme salienta Ghosh (2013), no ano de sua morte – 1977 – ele disse numa palestra na Áustria: “... os arianos também se espalharam pela Europa, e os americanos também vieram da Europa. Assim, a classe inteligente do ser humano, eles pertencem aos arianos, à família ariana... do mesmo modo como Hitler afirmou, que ele pertencia à família ariana”. O mesmo racismo é dirigido aos Dravidianos, povo de pele escura, predominante no sul da Índia, não raro, referindo-se a mistura de raças como um comportamento puramente animal, no ano final de sua vida, Prabhupada dizia: “... os corvos – negros – não vão gostar de viver com os patos e cisnes que são brancos... e cisnes brancos não vão gostar de viver com os corvos. Essa é uma divisão natural”. Isso porque, “Especialmente nos Estados Unidos isso será desastroso devido aos negros, desde que eles não promovem o progresso... eles criarão estragos esses negros ... eles não são civilizados. Eles querem é dinheiros, se não conseguirem, criarão estragos”.

Ódio aos judeus – herança maldita

“Hitler matou todos esses judeus. Eles estavam financiando contra a Alemanha. Caso contrário, ele não teria inimizado para com os judeus”
Conversação durante uma massagem, 23 de Janeiro, 1977, Bhuvanesvara

Parasurama irá matar a serpente do mal - foto internet
O ódio herdado de Savitri Devi, aquela que adorava Hitler como Vishnu, é reproduzido com todas as letras, palavras e vozes contra o povo judeu. A alegação de que a matança dos judeus teve justificativa devido a um suposto “financiamento contra os interesses germânicos”, fica evidente nas suas palavras. Apesar de deixar certos comentários para locais isolados e particulares, de algum modo praticamente tudo que Prabhupada falava era gravado e transcrito para estudo dos devotos. Estes textos eram enviados por correio em cartas, para os diversos centros do mundo, e faziam parte das “aulas” diárias nos chamados “templos” de distribuição de livros, entre outros meios de marketing que o deixaram rico. Prabhupada falara que os bancos dos Estados Unidos da América, bem como a Europa Ocidental, considerada por ele como controlados pelos judeus, estariam auxiliando Vladimir Lenin, e os comunistas da revolução russa e em todos os lugares. Dizia Prabhupada: "Eles [banqueiros judeus] estavam financiando contra [os interesses da] Alemanha.  Caso contrário, ele [Hitler] não teria inimizade contra os judeus ... os judeus têm dinheiro. Eles querem investir e obter algum lucro. O único interesse deles é como conseguir dinheiro, [não] nacionalismo, [não] religião, nada disso ... Portanto, [William] Shakespeare escreveu 'Shylock, o judeu' ”.

Numa palestra em 1966, Prabhupada afirmara que Hitler era um grande estudante do Bhagavad-gita, a escritura clássica da literatura sacra da Índia Hindu. Gopagopisvara Dasa, um devoto muito próximo de Prabhupada, disse certa feita que, “Prabhupada certamente acreditava que havia uma raça superior, a ariana. E os arianos eram brancos ou castanhos... a maioria das outras raças, como africanos, índios nativos americanos e judeus, eram inferiores”.

Um pouco, só um pouco, sobre o que Prabhupada pensa sobre a mulher

“Você tem que entender que a uma mulher jamais lhe é dada independência”.
Palestra sobre Bhagavad-gita, 16.7, 3 fevereiro 1975

“O apetite sexual da uma mulher é nove vezes maior do que a de um homem”
Srimad Bhagavatan, 3.23.44, comentário

“Quando uma mulher solteira é estuprada por um homem, de forma agressiva, ela deve aceitar essa ação como misericórdia dele”.
Srimad Bhagavatan 4.25.42, comentário.
 
A mulher deve ser submissa - foto internet
As frases indelicadas contra as mulheres são inumeráveis, e estão presentes na grande maioria dos escritos comentados, além de palestras e cartas escritas por Prabhupada. A defesa dos insultos, no mais das vezes, é justificada pela "tradição", a qual não se encontra em nenhum texto védico original, texto aliás, composto inicialmente por mulheres, conforme nos ensina a história. Muitos destes comentários foram modificados, retirados completamente, das traduções mais atuais. Mas felizmente temos várias formas de acesso aos textos originais, e as inumeráveis gravações ao vivo, que qualquer um poderá acessar livremente pela internet. É aquela história, quando há muitos absurdos sendo ditos sob um aspecto, eles são ignorados com o tempo pelo fanático que segue fielmente uma ideologia irreflexiva.

Talvez uma das mais contundentes conversações sobre a situação de misoginia de Prabhupada seja a que foi realizada em 26 de setembro de 1972, em Los Angeles. A palestra refere-se aos comentários do verso 1.3.21 do Srimad Bhagavatan. A qual colocamos aqui parcialmente. “Portanto, a mulher é aconselhada pelo Manu-samhita, e elas devem permanecer sob a guarda de um homem inteligente, e não declararem-se livres. Isso fará a vida do casal agradável. Por conseguinte, até que uma mulher se case com um marido inteligente, ela deve permanecer sob o controle de seu pai”. A subjugação feminina é praticada até nos dias de hoje nos tais “templos” e centros de pregação da Iskcon. Segue Prabhupada: “Conforme a tradição da Índia, até que uma mulher se case, ela não pode se mover livremente... se ela sair de casa, de uma família respeitável, por três dias, ela não poderá mais casar”.

O sistema defendido por Prabhupada diz que, “... a menos que a mulher seja casada, ela deverá permanecer sob o controle dos pais. Portanto, é dever dos pais procurar casar sua filha com um rapaz adequado. Esse é o dever. O dever dos pais termina, quando a filha se casa”. Portanto, “A mulher não deve ter independência... assim como uma criança permanece sob o controle dos pais. Isso é bom. Da mesma forma, a mulher permanece sob o controle do pai ou do marido (se casada), e depois do filho mais velho... o que é bom para ela.. assim serão muito felizes”.

O que apontamos acima é muito pouco do que fora dito. Outros artigos serão publicados aqui em breve.


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