Swami Gurudas das
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| Apologia ao nazismo com Prabhupada - foto da internet |
“Os ingleses são
especialistas em ‘propaganda’. Eles mataram Hitler pela propaganda. Eu não
penso que Hitler tenha sido um homem assim tão mal”.
Srila Prabhupada,
Room Conversation, june 17, 1976, Toronto
Um
movimento de marketing enrustido de religião
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| Devoto vendendo livros no aeroporto - foto internet |
Muito
presentes na década de 70, principalmente em Aeroportos (nos EUA), e em
Rodoviárias (América do Sul, principalmente no Brasil), jovens de cabelo raspado,
com um pequeno rabicho, vestindo roupas açafroadas, cheirando a incenso, intitulavam-se
“estudantes de filosofia”, e divulgavam um “conhecimento espiritual liberador”.
De forma surpreendente, inovaram no marketing direto, vendendo incensos
baratos, bem como centenas de milhares de livretos-folhetins, os quais faziam
apologia ao seu fundador e sua filosofia, um indiano nascido Abhay Charanavinda
De, e apelidado “Srila Prabhupada” ou “Bhaktivedanta Swami Prabhupada”. Na
verdade, trata-se de um movimento neonazista, racista, e devidamente disfarçado
e caracterizado com vestimentas tradicionais da Índia, e que ficaram conhecidos
como “hare krishnas”, justamente por viverem cantando nas ruas, e em grupos, “hare
Krishna hare Krishna...”. Os Hare krishnas são membros da chamada “Sociedade Internacional
para a Consciência de Krishna” (Iskcon, em inglês), também conhecido como “movimento
hare krishna”. Quase sempre utilizavam a palavra “yoga” como meio de propagação
de suas ideias, desde que yoga se tornou um conceito muito prático e de fácil
venda, no pós-Segunda Grande Guerra no Ocidente.
Prabhupada
- a ideologia apologética neonazista se inicia
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| Prabhupada: "Portanto, eu não acredito que ele matou tantos judeus em campos de concentração". foto internet |
Abhay
Charanavinda De, saiu da Índia em 1965, auxiliado por
alguns indianos abastados, que fizeram boa fortuna nos Estados Unidos da
América do Norte, os quais financiaram sua passagem de navio, chamado Jaladhuta
(o qual pode significar oceano), bem como hospedagem em boa parte da sua estada
no país da liberdade religiosa e financeira do mundo livre. Fracassado como
comerciante, e com um curso incompleto de prático perfumista, Prabhupada,
aproveitou-se do movimento hippie do Ocidente, o qual crescia na época em que o
swami iniciou seu trabalho de pregação. No ano de 1966, por questões legais,
foi então criado o que ele chamou de "Global missionary Vaishnavism to the Western world”, “Vaishnavismo Missionário Global
Para o Mundo Ocidental” ao qual deu inicialmente o nome de “God Consciouness”
(Consciência de Deus), mas, por fim, preferiu-se “Consciência de Krishna”, que,
segundo ele, incluía “... todas as outras formas e conceitos de Deus”, nascendo
assim a Sociedade Internacional Para a Consciência de Krishna – ISKCON.
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| Lojinha onde começou o movimento hare - foto internet |
Especificamente
em Nova Iorque, em uma loja de presentes - fechada anteriormente - foi onde se
estabeleceu pela primeira vez seu centro de pregação permanente. Ali, ele
reunia e recebia jovens drogados de todo o tipo, e aos poucos livrava-os daqueles
vícios, inculcando um pior: a ideologia neonazista em nome de uma
consciência espiritual, ainda que de modo “disfarçado”. De fala mansa, num
inglês ruim, típico de um indiano com curso médio inconcluso, Prabhupada tecia
suas opiniões sobre um “novo mundo”, mundo esse constituído num verdadeiro “paraíso
comunista celeste”. Apesar do termo “comunismo”, Prabhupada, não raras vezes,
fazia apologia a Hitler, comparando-o a um avatar da mitologia indiana chamado
de Parasurama, o qual se encarregaria de matar todos os “animais humanos da era
de kali”, a era de trevas e ignorância. Além da apologia aos atos do ditador
genocida, Prabhupada gostava de distratar os pretos, os quais chamada de “negros”,
e os comparava a macacos. Também tinha
desprezo pelas mulheres, comparando-as à “crianças analfabetas e incapazes”,
entre outros assuntos totalmente contraditórios aos princípios verdadeiramente
hindus.
Lavando
cérebros com falsas informações e dogmas
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| Mahaprabhu em peregrinação - foto internet |
Entre
tantos aspectos dogmáticos da ideologia de doutrinação de Prabhupada, incluía-se
um rígido controle alimentar, onde qualquer consumo de carnes e derivados estava
proibido. Os adeptos, chamados Bhaktas, “devotos”, poderiam consumir moderadamente
leite, manteiga, nata e iogurte, mas sorvetes, doces industriais, e queijos
estavam totalmente proibidos, porque havia a crença que era usado coalho do estômago
de bezerros para fazer queijos, além de gelatina nos doces. Não se sabe se eram
proibidos no todo de usar medicamentos, os quais, como sabemos, contêm muitos
produtos de origem animal. Além do rigoroso controle alimentar, havia o
estímulo para a deserção dos laços familiares, bem como com os laços religiosos
de nascimento, além de obrigação de celibato para os solteiros,
e “vida sexual regulada” para os casados que, em síntese, significava sexo
somente com finalidades reprodutivas, tendo em vista “criar mais servos de
Krishna” para então dominar o mundo de “forma ariana”. Desnecessário dizer-se
que vários membros do tal movimento atinham-se à práticas de homossexualismo,
bem como pedofilia, e que era “mantido em segredo por Prabhupada. Segundo o
ideologista neonazista indiano, os próximos mil anos, “serão de triunfo dos hare
krishnas, como um oásis no deserto da Kali-yuga, a era das trevas”,
processo esse, segundo sua interpretação, iniciado por um monge indiano chamado
Shri Krishna Cheitanya Bhárati, conhecido como “maha-prabhu” (grande mestre ou
grande pessoa). Cheitanya foi um forte opositor ao regime muçulmano na Índia no
século XV, sendo esquartejado pelos islâmicos numa de suas caminhadas de peregrinação
pela Índia. Os fanáticos hare Krishna atribuem um fim místico ao asceta,
dizendo que o mesmo “fundira-se na estátua de Shri Jagannatha”, na cidade de
Puri. Mas é algo totalmente dogmático e contrário à História.
A
influência maléfica de Savitri Devi
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| Savitri Devi com roupas devocionais - foto internet |
A
tal “forma ariana” de conduzir e governar o mundo, era trazida como “princípio
védico milenar”. Os princípios radicais de vegetarianismo, bem como severo
cuidado para com o trato de animais (especialmente vacas e bois), não nasceram
de nenhum dos tais fundadores antigos da doutrina, que tanto Prabhupada
insistia em dizer. De fato, aqueles mesmos princípios e fundamentos foram
trazidos, e amplamente aplicados, a partir das ideias de uma francesa, nascida
de pais gregos, italiano-inglês, convertida a prática hinduísta religiosa,
chamada Savitri Devi Mukherji, (França, 30-set-1905/22-ou-1982), nascida
Maximiani Portas. Na realidade, Savitri misturou suas crenças pessoais no Nacional-Socialismo
de Hitler bem como com a ideologia vegetariana deste, onde ela mergulhou
num fanatismo em defesa dos animais, além de paganismo indo-ariano, bem como de
afirmações “ecológicas”, as quais ela denomina de “ecologia profunda”. Ela
traduziu várias obras tradicionais da literatura sacra da Índia. Numa de suas
obras famosas, “O Relâmpago e o Sol”, ela faz uma calorosa apologia
simultânea ao Hinduísmo e ao Nazismo, construindo uma síntese entre a religião
clássica indiana e a ideologia alemã nazista, então proclamando Hitler como
sendo um manifestação divina, até mesmo um avatar de Vishnu. Além disso, ela
defendia o fato de que o fundador do Nacional Socialismo “fora um sacrifício
para a humanidade”, o qual encerraria a era de kali-yuga, sacrifício esse
induzido pelo que ela chamava “forças do mal”, ou seja, os judeus.
Ódio
aos negros – herança
maldita
“Então,
a classe inteligente de seres humanos, pertencem à família Ariana. Assim como
Hitler afirmou que ele pertencia à família ariana”.
Prabhupada, conversa sobre o
Bhagavad-gita 9-3, 21 abril 1976, Melbourne.
“Eu tenho escutado que muitas mulheres
são estupradas. Os negros, capturam-nas, e as estupram”
Caminhada matinal em 20 de abril 1974,
Hyderabad
"Tal ação do cupido está ocorrendo
mesmo nos negros e nas sociedades bestiais, que são todas feias na estimativa
das nações civilizadas".
Srimad-bhagavatan, 1.11-36, comentário
(edição de 1964)[1]
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| \Povo nativo da Índia, shudras - foto internet |
Conforme
bem cita Palash Ghosh (2013), Prabhupada, “...o homem que liderou o império Hare
Krishna, adotou algumas visões muito controversas que provavelmente
perturbariam e até ultrajariam aqueles que de outra forma simpatizavam com os
esforços espirituais e a teologia”. De forma muito discreta, porém contundente,
Abhay direcionava um ódio racial contra os negros africanos, de forma repetida
e explícita. Basta ler os comentários dos livros que ele copiou do Gita Press,
dizendo-se “tradutor”. Vemos isso em muitas palestas e conversas particulares,
que hoje podemos acessar livremente na internet. Apesar de os seus fanáticos seguidores
tem tirado alguns textos do ar, e modificado o contexto do que o fundador da Iskcon
afirmava, a grande quantidade de conversar contra os negros em como seu imenso
fanatismo, não têm como ser escondidos de todo. Conforme bem cita Ghosh (2013),
“Parte do ódio de Prabhupada pelos negros decorreu de suas profundas crenças
hindus de que os povos de pele escura representam o fundo da hierarquia da raça
humana - um reflexo direto do antigo sistema de castas indiano baseado em cores”.
Vemos
isso muito claramente numa carta enviada a um discípulo sênior, chamado
Satsvarupa Dasa Goswami (Shephen Guarino), o qual fora católico, onde
Prabhupada escreveu: "Certamente não vamos dizer essas coisas publicamente
sobre o povo negro”... temos que nos
comportar da maneira adequada”. Prabhupada atribuíra o assassinato de
Martin Luther King Jr aos “negros sujos” da América. Contudo, sabemos que fora
um branco, foragido de um presídio.
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| doutrinação na África - foto internet |
Há,
também, uma fala proferida antes de uma aula em Los Angeles, no final de 1968,
onde Prabhupada referiu-se ao apartamento em que estava hospedado em Nova
Iorque, e onde a máquina de escrever e o gravador que usava foram roubados: "Quando
retornei - ao apartamento - vi a porta arrombada ... e aquele superintendente -
de construção - , ele era negro. Ele fez, eu sei disso. Este é um caso muito
comum aqui (referindo-se à América).” Frequentemente Prabhupada dava exemplos
dos negros de forma depreciativa. Por exemplo, certa feita em 1975, na Ilha Maurício,
referindo-se à civilização ocidental, ele falou: "É tudo uma
civilização sem sentido ... um carro Rolls Royce de primeira classe e quem está
sentado lá? Um negro de terceira classe! Isso está acontecendo. Você encontrará
essas coisas na Europa e na América. Isso está acontecendo. Um carro de
primeira classe e um negro de terceira classe!”
Numa
sessão de iniciação em Mumbai, Prabhupada falou com alguns devotos que estavam
se preparando para ir à África: “Você tem uma boa oportunidade... você está
indo para a África para libertar aquelas pessoas... esses grupos de homens são
considerados muito caídos... os negros. Eles têm o hábito de roubar; portanto,
eles receberam um lugar separado... as selvas africanas”.
Os
impropérios direcionados aos negros são tantos, que precisaríamos de um livro
para apontar todos. Mas para que compreendam o ponto de vista do neonazista,
citamos novamente a carta para Satsvarupa: "Certamente, não vamos dizer
essas coisas publicamente sobre o povo negro... desde que eles não
possuem a capacidade para entender”.
Eugenia que
abomina os não arianos.
Para
uma pessoa que teve seu país colonizado pelos britânicos, Prabhupada costumava
fazer declarações chocantes, até mesmo sobre os Estados Unidos. Certa feita, falando
com um devoto chamado Syamasundara Dasa, o swami comparou os nativos americanos
– por ele chamado de forma pejorativa de “índios vermelhos” – comparando-os aos
Sudras (negros indianos, considerados de casta inferior, por terem pele
escura).
Conforme
cita Prabhupada, “sudras – pessoas negras – não possuem cérebro. Na América,
também, aqueles que pertencem ao índios vermelhos. Por que eles não se desenvolveram?
A terra estava lá! Por que os europeus vieram e melhoraram? Portanto, os sudras
não podem fazer isso. Eles não podem fazer nenhuma melhoria”.
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| ariana indiana - foto internet |
O
mito da força e poder do ariano é escancarado nos discursos de Prabhupada. O ariano
é considerado uma “super-raça”, a qual estava fortemente ligada a antiga Índia,
Europa e posteriormente nos Estados Unidos. Conforme salienta Ghosh (2013), no
ano de sua morte – 1977 – ele disse numa palestra na Áustria: “... os
arianos também se espalharam pela Europa, e os americanos também vieram da
Europa. Assim, a classe inteligente do ser humano, eles pertencem aos arianos,
à família ariana... do mesmo modo como Hitler afirmou, que ele pertencia à família
ariana”. O mesmo racismo é dirigido aos Dravidianos, povo de pele escura,
predominante no sul da Índia, não raro, referindo-se a mistura de raças como um
comportamento puramente animal, no ano final de sua vida, Prabhupada dizia: “...
os corvos – negros – não vão gostar de viver com os patos e cisnes que são
brancos... e cisnes brancos não vão gostar de viver com os corvos. Essa é uma
divisão natural”. Isso porque, “Especialmente nos Estados Unidos isso
será desastroso devido aos negros, desde que eles não promovem o progresso...
eles criarão estragos esses negros ... eles não são civilizados. Eles querem é
dinheiros, se não conseguirem, criarão estragos”.
Ódio
aos judeus – herança maldita
“Hitler matou
todos esses judeus. Eles estavam financiando contra a Alemanha. Caso contrário,
ele não teria inimizado para com os judeus”
Conversação
durante uma massagem, 23 de Janeiro, 1977, Bhuvanesvara
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| Parasurama irá matar a serpente do mal - foto internet |
O
ódio herdado de Savitri Devi, aquela que adorava Hitler como Vishnu, é
reproduzido com todas as letras, palavras e vozes contra o povo judeu. A
alegação de que a matança dos judeus teve justificativa devido a um suposto “financiamento
contra os interesses germânicos”, fica evidente nas suas palavras. Apesar de
deixar certos comentários para locais isolados e particulares, de algum modo
praticamente tudo que Prabhupada falava era gravado e transcrito para estudo
dos devotos. Estes textos eram enviados por correio em cartas, para os diversos
centros do mundo, e faziam parte das “aulas” diárias nos chamados “templos” de
distribuição de livros, entre outros meios de marketing que o deixaram rico.
Prabhupada falara que os bancos dos Estados Unidos da América, bem como a
Europa Ocidental, considerada por ele como controlados pelos judeus, estariam
auxiliando Vladimir Lenin, e os comunistas da revolução russa e em todos os
lugares. Dizia Prabhupada: "Eles [banqueiros judeus] estavam
financiando contra [os interesses da] Alemanha. Caso contrário, ele [Hitler] não teria inimizade
contra os judeus ... os judeus têm dinheiro. Eles querem investir e
obter algum lucro. O único interesse deles é como conseguir dinheiro, [não]
nacionalismo, [não] religião, nada disso ... Portanto, [William] Shakespeare
escreveu 'Shylock, o judeu' ”.
Numa
palestra em 1966, Prabhupada afirmara que Hitler era um grande estudante do
Bhagavad-gita, a escritura clássica da literatura sacra da Índia Hindu.
Gopagopisvara Dasa, um devoto muito próximo de Prabhupada, disse certa feita
que, “Prabhupada certamente acreditava que havia uma raça superior, a ariana.
E os arianos eram brancos ou castanhos... a maioria das outras raças, como
africanos, índios nativos americanos e judeus, eram inferiores”.
Um
pouco, só um pouco, sobre o que Prabhupada pensa sobre a mulher
“Você tem que entender que a uma mulher
jamais lhe é dada independência”.
Palestra sobre Bhagavad-gita, 16.7, 3
fevereiro 1975
“O apetite
sexual da uma mulher é nove vezes maior do que a de um homem”
Srimad Bhagavatan, 3.23.44, comentário
“Quando uma
mulher solteira é estuprada por um homem, de forma agressiva, ela deve aceitar
essa ação como misericórdia dele”.
Srimad Bhagavatan 4.25.42, comentário.
As
frases indelicadas contra as mulheres são inumeráveis, e estão presentes na
grande maioria dos escritos comentados, além de palestras e cartas escritas por
Prabhupada. A defesa dos insultos, no mais das vezes, é justificada pela "tradição", a qual não se encontra em nenhum texto védico original, texto aliás, composto inicialmente por mulheres, conforme nos ensina a história. Muitos destes comentários foram modificados, retirados completamente,
das traduções mais atuais. Mas felizmente temos várias formas de acesso aos
textos originais, e as inumeráveis gravações ao vivo, que qualquer um poderá
acessar livremente pela internet. É aquela história, quando há muitos absurdos
sendo ditos sob um aspecto, eles são ignorados com o tempo pelo fanático que
segue fielmente uma ideologia irreflexiva.
Talvez
uma das mais contundentes conversações sobre a situação de misoginia de Prabhupada
seja a que foi realizada em 26 de setembro de 1972, em Los Angeles. A palestra
refere-se aos comentários do verso 1.3.21 do Srimad Bhagavatan. A qual colocamos
aqui parcialmente. “Portanto, a mulher é aconselhada pelo Manu-samhita, e
elas devem permanecer sob a guarda de um homem inteligente, e não declararem-se
livres. Isso fará a vida do casal agradável. Por conseguinte, até que uma
mulher se case com um marido inteligente, ela deve permanecer sob o controle de
seu pai”. A subjugação feminina é praticada até nos dias de hoje nos tais “templos”
e centros de pregação da Iskcon. Segue Prabhupada: “Conforme a tradição da
Índia, até que uma mulher se case, ela não pode se mover livremente... se ela
sair de casa, de uma família respeitável, por três dias, ela não poderá mais
casar”.
O
sistema defendido por Prabhupada diz que, “... a menos que a mulher seja casada,
ela deverá permanecer sob o controle dos pais. Portanto, é dever dos pais
procurar casar sua filha com um rapaz adequado. Esse é o dever. O dever dos
pais termina, quando a filha se casa”. Portanto, “A mulher não deve ter
independência... assim como uma criança permanece sob o controle dos pais. Isso
é bom. Da mesma forma, a mulher permanece sob o controle do pai ou do marido
(se casada), e depois do filho mais velho... o que é bom para ela.. assim serão
muito felizes”.
O
que apontamos acima é muito pouco do que fora dito. Outros artigos serão
publicados aqui em breve.











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